Entre polêmicas acadêmicas e raciais, Beatriz Bueno lança “Parditude” pela Editora Planeta
A pesquisadora e escritora Beatriz Bueno acaba de anunciar seu primeiro livro, “Parditude”, pela Editora Planeta. A obra mergulha na experiência de ser pardo no Brasil, abordando dores, contradições e dilemas de quem assume essa identidade, que de acordo com a autora, é frequentemente invisibilizada nos debates sobre raça. O livro está disponível em pré-venda por cerca de R$ 59,90
Beatriz combina pesquisa acadêmica com relatos pessoais para narrar sua trajetória: o desejo de embranquecimento na infância, a negação da negritude na adolescência e, por fim, a busca pela autoaceitação. A sinopse enviada pela Editora destaca ainda o resgate de histórias ancestrais e a reivindicação de um lugar de fala, segundo ela, historicamente silenciado.
Polêmicas
Beatriz Bueno tem sido alvo de polêmicas principalmente por sua pesquisa sobre “parditude”, que resultou em seu desligamento da Universidade Federal Fluminense (UFF) e em debates acalorados sobre identidade racial no Brasil. A UFF afirmou que o desligamento de Beatriz não teve motivação ideológica, mas se baseou em critérios acadêmicos: ausência de orientador formal, falta de participação em atividades obrigatórias e reprovação em disciplina.







